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A América Latina emerge como o &ampampquotPróximo Médio Oriente"

MAY 21 ,2015

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A América Latina emerge como o "Próximo Médio Oriente"

◀ Pivô ▶
Durante a Cimeira Coreia do Sul-Peru, realizaram-se conversações sobre a participação ativa de empresas sul-coreanas em projetos de modernização no Peru. A América Latina está a emergir agora como o próximo Médio Oriente, com contratos para construção por empresas sul-coreanas já em número crescente. Vamos ouvir a reportagem do nosso correspondente Park Young Kwan.

◀ Reportagem ▶
Inaugurada em 2009, esta é a primeira central termoelétrica no Chile construída por uma empresa sul-coreana. Com uma produção de 240MW de energia por hora, o custo de uma instalação deste tipo é de cerca de 400 mil milhões de KRW (won sul-coreano). Desde essa altura, tem vindo a ser construída uma central energética por ano no Chile, em média, mas ainda permanece a insuficiência de energia.

[‘Venegas’ Diretor da Central Energética Ventanas] “A exigência energética no Chile está a crescer todos os anos cerca de 4-4,5%, o que é similar à taxa de crescimento económico.”

A maioria dos outros países da América Latina está a enfrentar a falta de investimento público, por exemplo, na energia, caminhos de ferro e estradas. Como consequência, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) está a aumentar o financiamento à construção nos países latino-americanos.

[Woo Dae Young, Diretor de E&C (Engenharia e Construção) da Delegação no Chile da POSCO] "O financiamento aumentou, de 1,2 biliões de KRW (won sul-coreano) em 2010 para 1,6 biliões de KRW (won sul-coreano) em 2014 e, por este motivo, também esperamos verificar algum crescimento no mercado da construção."

Na verdade, o valor das construções realizadas por empresas sul-coreanas na América Latina este ano alcançou 4,4 biliões de KRW (won sul-coreano), quatro vezes mais do que registado no 1o trimestre do ano passado, onde se registaram 1,1 biliões de KRW (won sul-coreano). Por este motivo, a América Latina está a evoluir para se tornar o próximo grande mercado do futuro, depois do Médio Oriente.

No entanto, as empresas sul-coreanas devem ser mais prudentes do que foram no Médio Oriente, para evitar o mesmo ambiente tóxico de desenfreada concorrência entre si.

Para a KBS News, reportagem de Park Young Kwan em Valparaíso, no Chile.

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